Tecnologia diminui distâncias entre casais e fortalece microempreendedores com vendas aquecidas pelo Dia dos Namorados

Foto: Montagem Gabriel Padre/MCom

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Já imaginou namorar alguém de outra cidade em uma época em que não existiam internet, aplicativos de mensagem ou nem mesmo telefone? Pois é, já houve um tempo em que o único meio de comunicação entre casais apaixonados era a carta. Era preciso esperar dias para receber uma resposta ou para matar a saudade da pessoa amada.

Com a evolução da tecnologia, essa realidade mudou. Mas uma coisa permaneceu: a necessidade humana de sentir-se próxima de alguém, mesmo quando a distância insiste em separar.

Atualmente, porém, a conectividade dá uma ajudinha. “Nada substitui estar junto presencialmente, mas a tecnologia encurta distâncias. Ela permite que a gente acompanhe os pequenos acontecimentos diários, celebre conquistas, ofereça apoio em momentos difíceis e continue construindo o relacionamento, mesmo estando em cidades diferentes”, diz a coordenadora-geral de Gestão de Pessoas do Ministério das Comunicações, Natália Greve, que há um ano namora à distância Diogo Julião. Ela mora em Brasília, e ele, em Araraquara (SP).

Os dois se conheceram durante uma viagem à Guatemala, começaram a namorar na Argentina e fazem boa parte dos encontros presenciais em destinos fora de suas cidades de residência. Natália conta que eles têm o costume de fazer encontros virtuais semanalmente para ajudar a matar a saudade e se fazer presentes na vida um do outro.

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“A gente conversa bastante por mensagem ao longo do dia, faz chamadas de vídeo, inclusive ‘dates’, e janta junto por videochamada pelo menos uma vez por semana. Também assistimos a filmes à distância, compartilhamos fotos e contamos novidades”, relata.

Deu match

A tecnologia mudou a forma de se comunicar e também de promover novos encontros. Uma publicidade de um aplicativo de relacionamento no TikTok levou a publicitária Tassiane Gianechini a conhecer, inicialmente apenas de forma virtual, o noivo, que mora no Egito.

“Estamos há mais ou menos um ano e sete meses namorando à distância. Conversamos muito por videochamada. E o nosso maior desafio, além da distância, é a língua, porque ele fala árabe, inglês, espanhol e francês, enquanto eu falo português e espanhol. Então, conversamos em espanhol. O tradutor e o ChatGPT nos ajudam muito com as traduções”, destaca ela, que já foi casada por cinco anos com um mexicano que conheceu por meio do WhatsApp de um amigo em comum de jogos online.

Além de encurtar distâncias, a tecnologia também ajuda a aproximar quem está perto, mas ainda não se cruzou. Fernanda Cardoso e Humberto Garcia Cardoso moram em Brasília, mas foi um aplicativo de relacionamento que os aproximou.

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“Eu tinha medo por causa das histórias que ouvia, então é preciso ter cuidado ao conhecer pessoas e decidir encontrá-las pessoalmente. Comigo deu certo. Nós nos encontramos um dia depois de começarmos a conversar pelo aplicativo e estamos juntos até hoje, há oito anos”, conta Fernanda.

Vendas online

A tecnologia ajuda os apaixonados também na hora de comprar o presente. Segundo a Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce, a data deve movimentar cerca de R$ 10,26 bilhões no comércio eletrônico brasileiro, com crescimento projetado de 10,8% nas vendas online.

A empresária Rosemary Medeiros agradece. Ela tem uma empresa de cestas para presentes e afirma ter percebido um aumento de 40% nas vendas neste ano.

“Todas as datas comemorativas são boas para o nosso ramo de atividade, e o maior público é o masculino”, conta ela, ressaltando que os pedidos chegam pelo WhatsApp e pelas redes sociais.

Texto: ASCOM | Ministério das Comunicações • Mais informações: [email protected] | (61) 2027.6086 ou (61) 2027.6628

Fonte: Ministério das Comunicações

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