Repúdio ao constrangimento inaceitável sofrido pela ministra Vera Lúcia Santana

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O Ministério da Igualdade Racial (MIR) repudia veementemente o caso de racismo contra a ministra substituta do Tribunal Superior Eleitoral, Vera Lúcia Santana, submetida a constrangimentos inaceitáveis no acesso ao 25º Seminário Ética na Gestão, promovido pela Comissão de Ética Pública da Presidência da República, do qual era palestrante. O caso veio à público ontem, após a fala da ministra Cármen Lúcia condenando o episódio. 

Mesmo tendo se identificado como ministra e palestrante, Vera Lúcia foi barrada, questionada, teve suas credenciais postas em dúvida e foi obrigada a esperar 15 minutos até que alguém viesse confirmar sua posição.

Barrar pessoas negras nos espaços, especialmente os de poder, é uma das manifestações mais comuns e perversas do racismo, que impõe tratamentos desiguais baseados na cor da pele. Racismo é crime. 

O MIR presta apoio e solidariedade irrestritos à ministra Vera Lúcia e fortalece a importante  iniciativa de denúncia da ministra Cármen Lúcia. A pasta irá acompanhar de perto as investigações em curso pela Comissão de Ética da Presidência da República e pela Advocacia-Geral da União (AGU) sobre o caso.

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O Ministério seguirá desenvolvendo políticas públicas e ações promotoras de direitos e igualdade racial, para construir mudanças objetivas e simbólicas – aquelas que alteram o imaginário das pessoas – em busca de um país com mais oportunidades e dignidade para todas e todos.  

O combate ao racismo e a promoção da igualdade racial são missões centrais do Ministério da Igualdade Racial, deste Governo e devem ser compromisso de toda a sociedade.

Fonte: Ministério da Igualdade Racial

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