O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), por meio da Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa LGBTQIA+ (SLGBTQIA+), em articulação com o Ministério das Comunicações (MCOM), Tribunal Superior do Trabalho (TST) e o Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (TRT-MG), realizou um conjunto de entregas em Belo Horizonte na terça (14) e na quarta-feira (15).
Entre as entregas, estão 50 computadores para beneficiar a população LGBTQIA+ no estado, reforçando políticas de inclusão digital e reinserção social; uma van à unidade prisional de Nova Era (MG); e o lançamento e distribuição da cartilha “As Aventuras da Super-Respeito: Aprendendo sobre Diversidade e Cidadania”, sobre o combate a diversas formas de preconceito.
Durante cerimônia solene na sede do TRT-MG, em Belo Horizonte (MG), a secretária nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, Symmy Larrat, destacou que, para além do material, as entregas representam alternativas de vidas seguras.
“Queremos que as pessoas LGBTQIA+ possam trilhar outros caminhos, porque são elas que, muitas vezes, são expulsas de casa, sofrem diversas violências e, em alguns casos, recaem em situação de encarceramento”, afirmou.
Foram beneficiados pela parceria entre MDHC e MCom o Centro de Luta pela Livre Orientação Sexual e Identidade de Gênero do estado (CELLOS-MG) e o Presídio de Nova Era (PRNER), que receberam 30 e 20 computadores, respectivamente. A ação, que integra o programa Computadores para Inclusão, tem como objetivo promover a inclusão digital de populações vulnerabilizadas e historicamente excluídas.
“Trata-se de uma ação concreta de promoção de direitos e fortalecimento da cidadania. Ao levar tecnologia para essas instituições, ampliamos oportunidades, garantimos acesso à informação e refrçamos o compromisso do Governo do Brasil com políticas públicas mais inclusivas e efetivas”, avaliou Frederico de Siqueira Filho, ministro das Comunicações.
Presídio de Nova Era
O MDHC também realizou, na quarta-feira (15), uma visita institucional ao Presídio de Nova Era. A unidade prisional é referência em Minas Gerais por acolher pessoas LGBTQIA+, incluindo mulheres transgênero e travestis.
“A nossa ida ao território, para além das entregas tangíveis, demonstra a presença e preocupação do Estado com todas as pessoas. A van que o TST doou irá auxiliar no cuidado da saúde, e no transporte de pessoas a atividades que promovam a inclusão e sua reinserção social, enquanto os computadores possibilitam conhecimento, autonomia, o vislumbre de propósitos. É isso o que queremos: que essa população, ao sair do sistema carcerário, tenha lugar no mundo”, comentou a secretária Symmy Larrat.
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Texto: R.B.
Edição: F.T.
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