Chuvas fortes, ventos, tempestades e raios podem afetar as telecomunicações e a radiodifusão. Na maioria dos casos, o impacto ocorre de forma indireta: torres, antenas, cabos, postes, equipamentos e redes de energia podem ser danificados, comprometendo temporariamente serviços de internet, telefonia, rádio e televisão.
A manutenção das estruturas, a instalação de sistemas de proteção contra descargas elétricas, a adoção de fontes alternativas de energia, como baterias e geradores, e o investimento em redundância, com rotas alternativas para a transmissão de dados, são medidas que ajudam a garantir a continuidade dos serviços durante emergências climáticas.
Além disso, o monitoramento das condições meteorológicas também permite que as operadores antecipem ações e preparem equipes, equipamentos e estruturas para situações de emergência.
Acompanhar o El Niño, fenômeno que tem alterado padrões de chuva e temperatura em diferentes regiões nos últimos anos, também é importante para o planejamento e a prevenção.
Inclusive, boias, satélites e estações meteorológicas coletam dados sobre o oceano e a atmosfera. Essas informações alimentam modelos climáticos que permitem acompanhar a evolução do El Niño e antecipar possíveis cenários.
Orientações para emergências climáticas
Para empresas e emissoras: manutenção preventiva, proteção contra descargas elétricas, fontes alternativas de energia, monitoramento meteorológico e sistemas redundantes são algumas das medidas que aumentam a resiliência das redes e ajudam a reduzir o risco de interrupção de serviços.
Para o cidadão: a principal orientação é não tocar em cabos, postes ou antenas danificados e evitar mexer em instalações elétricas durante a ocorrência de raios. Desligue os aparelhos da tomada e, sempre que possível, permaneça em local seguro até o fim da tempestade.
Texto: ASCOM | Ministério das Comunicações • Mais informações: [email protected] | (61) 2027.6086 ou (61) 2027.6628
Fonte: Ministério das Comunicações























