Com apoio do Ministério das Comunicações, “CEP para Todos” garante cidadania a 12,3 mil comunidades urbanas

Foto: Divulgação/Correios

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Ter um endereço oficial deixou de ser um privilégio para milhares de brasileiros. Em 2025, o programa CEP para Todos, do Governo do Brasil, levou CEP único a 12.348 comunidades urbanas em 656 municípios, promovendo cidadania, acesso a serviços públicos e inclusão social em áreas historicamente invisibilizadas do mapa.

Desenvolvida em parceria pelos Ministérios das Comunicações e das Cidades, a iniciativa alcançou o resultado com um ano de antecedência, cumprindo a Meta 1 do programa já em outubro. O avanço representa um marco para famílias que, até então, não contavam com endereçamento formal, o que dificultava o acesso a políticas públicas, entregas, serviços de saúde e benefícios sociais.

“Gerar CEPs é muito mais do que dar um nome a uma casa. É garantir dignidade, pertencimento e cidadania. O CEP para Todos abre portas para que serviços públicos cheguem a quem mais precisa”, destacou o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.

Em 2026, o programa entra em uma nova fase, agora em parceria com os Correios, vinculados ao Ministério das Comunicações, e com a Secretaria Nacional de Periferias, do Ministério das Cidades. O foco passa a ser a implantação do CEP por logradouro, com mapeamento detalhado de ruas, vielas e becos dentro das comunidades urbanas.

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Essa segunda etapa já está em andamento em dez estados brasileiros e resultou, até o momento, na criação de 870 novos CEPs em favelas e periferias de cidades como Salvador (BA), Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), Rio de Janeiro (RJ), Diadema, Mauá e São Paulo (SP), além de São José dos Pinhais e Palhoça (SC).

Sobre o CEP para Todos

O CEP para Todos é uma iniciativa dos Correios incorporada, em novembro de 2024, ao programa Periferia Viva, do Governo Federal. O objetivo é consolidar uma política pública de endereçamento postal compatível com a realidade dos territórios periféricos, integrada a ações de redução das desigualdades sociais.

Além de organizar o território, o programa facilita o acesso da população a serviços essenciais como saúde, educação, assistência social, entregas e políticas públicas, promovendo inclusão, cidadania e reconhecimento oficial de comunidades que por décadas ficaram à margem do endereço, e dos direitos.

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Texto: ASCOM | Ministério das Comunicações • Mais informações: [email protected] | (61) 2027.6086 ou (61) 2027.6628

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Fonte: Ministério das Comunicações

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