O 1º de maio segue sendo muito mais do que uma data simbólica no calendário. É um dia de memória, reconhecimento e mobilização. Celebrado por movimentos sindicais e sociais em todo o país, o Dia do Trabalhador e da Trabalhadora reúne histórias de lutas que garantiram direitos fundamentais, como jornada de trabalho regulamentada, férias e previdência. Ao mesmo tempo, mantém viva a necessidade de avançar em temas como justiça social, renda digna e igualdade de oportunidades.
Essa reflexão não se limita às cidades. No campo, o próximo dia 25 marca o Dia da Trabalhador e da Trabalhadora Rural, reforçando a importância de milhões de pessoas que sustentam uma das bases mais essenciais do país: a produção de alimentos. As duas datas, cada uma à sua maneira, evidenciam o valor do trabalho em diferentes contextos. Enquanto o 1º de maio destaca o papel dos trabalhadores urbanos na construção das cidades e da economia, o dia 25 lança luz sobre quem está na origem de tudo aquilo que chega à mesa da população brasileira.

- William Lopes, Assentamento Oziel Alves III, em Planaltina/DF – Foto: João Barroso, Ascom MDA
A ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli, destaca: “O governo do presidente Lula enviou ao Congresso Nacional o projeto que prevê o fim da escala 6×1, com redução de jornada sem redução salarial. É mais tempo para as trabalhadoras e os trabalhadores ficarem com suas famílias, descansarem e terem acesso ao lazer. É mais qualidade de vida para quem trabalha para o país crescer.”
Do campo à mesa: o trabalho que alimenta o Brasil
Na agricultura familiar, cerca de 10,1 milhões de trabalhadores e trabalhadoras rurais seguem sendo protagonistas na produção de alimentos básicos como arroz, feijão, leite, frutas, legumes e verduras. O dado é do Anuário Estatístico da Agricultura Familiar 2026. Mais do que números, isso representa um sistema que combina tradição, conhecimento e resistência diante de desafios constantes, como acesso a crédito, tecnologia e condições climáticas cada vez mais instáveis.

- Sra. Maria Cleuza de Souza, Curitibanos (SC) – Foto: Kathrine de Souza
Antes de qualquer alimento chegar ao prato existe uma cadeia de trabalho intensa, que começa ainda de madrugada e atravessa todas as etapas da produção. Esse esforço cotidiano revela a força de mulheres e homens que, muitas vezes de forma invisível, sustentam a segurança alimentar do país.
O Governo do Brasil segue atuando para ampliar o acesso a políticas públicas, fortalecer a agricultura familiar, garantir melhores condições de trabalho e promover inclusão produtiva no campo e na cidade.

- Sra. Francisca Oliveira da Silva Gama, quintal produtivo do Quilombo São José do Açaiteua, em Irituia (PA)
Texto: Diana do Vale, Ascom MDA
Fonte: Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar


























