Ao se manifestar sobre o Dia da Independência do Brasil, neste 7 de setembro, governador lembrou que eleitores podem trocar representantes políticos
O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), nesta segunda-feira (07), citou o Dia da Independência do Brasil para criticar a atuação dos senadores com “rabo preso” que não votam sobre medidas necessárias ao país. Ele também lembrou da origem histórica do feriado e fez referência à atual carga tributária brasileira.
“D. Pedro I resolveu dar o grito da independência porque não aguentava mais pagar impostos para os portugueses levarem embora o dinheiro. Daí hoje é um dia para nós pensarmos um pouco também. 7 de setembro significa o dia da liberdade do Brasil”, disse.
Pivetta considerou que a discussão sobre liberdade passa pelo atual cenário político e institucional brasileiro. Ele mencionou o Supremo Tribunal Federal, o Congresso Nacional e a Presidência da República.
“Agora eu quero perguntar para vocês, nós nos sentimos livres no Brasil? A liberdade que nós vamos construir é com todo mundo junto. Aqueles que hoje acham que não são livres, começar a participar. Em Brasília nós estamos assistindo lá aquela confusão entre STF, Congresso Nacional, Presidente da República” – acrescentou.
Além disso, direcionou a crítica ao Senado e afirmou que a falta de independência dos parlamentares impede a votação de medidas que, na avaliação dele, seriam necessárias para reorganizar o país.
“Isso é falta de liberdade, porque se os senadores fossem livres eles votariam as leis necessárias para organizar a casa. Eles só não votam porque não são livres. Cada um vai lá para o Senado com o seu rabo preso e fica lá sem fazer nada”, pontuou.
A atual bancada de Mato Grosso é formada pelos senadores Jayme Campos (União), Carlos Favaro (PSD) e Wellington Fagundes (PL).
Pivetta aproveitou para relacionar a crítica diretamente às eleições deste ano e à escolha dos representantes.
“Aí não vale a pena. Então é hora de votar em senadores que vão representar você para ter essa capacidade. Se tem administradores ruins, que não tem capacidade de gestão, é hora de trocar também”, avaliou.
Por fim, Pivetta afirmou que pretende gerir o estado baseado na experiência acumulada nos últimos anos e focar em realizações.
“Nós queremos propor nos próximos 4 anos um governo de realizações baseado na nossa experiência. Podemos fazer mais, podemos fazer melhor, porque nós aprendemos ao longo do tempo. E eu tenho que honrar o povo de Mato Grosso dando o meu melhor”, concluiu.





















