Ministério das Comunicações participa de premiação da Anatel que reconhece operadoras com os melhores índices de inclusão para pessoas com deficiência

Foto: Peter Neylon/MCom

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Com a participação do Ministério das Comunicações, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) entregou, nesta quarta-feira (6), o Prêmio Anatel de Acessibilidade em Telecomunicações 2026 às operadoras com os melhores índices de inclusão para pessoas com deficiência (PcD). Neste ano, foram reconhecidas as empresas Vivo e Algar Telecom.

Representando o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a chefe de gabinete Daniela Garcia destacou a importância da iniciativa e do reconhecimento às boas práticas no setor de telecomunicações.

“É importante reforçar que, quando falamos de acessibilidade, não estamos tratando apenas de adaptação, estamos falando de inclusão real, de autonomia, estamos falando de dignidade. O Ministério das Comunicações tem plena consciência desse papel. Trabalhamos diariamente para ampliar o acesso à conectividade, reduzir as desigualdades e garantir que a transformação digital chegue a todos, sem exceção. Sabemos que não há inclusão digital verdadeira sem acessibilidade”, frisou.

Esta é a oitava edição do prêmio e, desde o ano passado, passou a avaliar não somente as grandes prestadoras, mas também as de pequeno porte. A avaliação considera quatro eixos: acessibilidade nas lojas, nos sites, no atendimento remoto e ações voluntárias de acessibilidade.

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A escolha das vencedoras é feita com base em fiscalizações técnicas e análises minuciosas da Anatel, fundamentadas na Resolução nº 667/2016.

“A acessibilidade deve ser compreendida como um elemento estruturante da política pública de telecomunicações. Fundamentado no regulamento geral de acessibilidade e critérios técnicos bem definidos, o prêmio transforma princípios legais e direitos fundamentais em parâmetros objetivos de avaliação, estimulando a melhoria contínua dos serviços oferecidos à nossa sociedade”, ressaltou o conselheiro da Anatel, Nilo Pasquali.

Estima-se que mais de 18 milhões de brasileiros com deficiência dependem dessas adaptações; como Libras, leitores de tela e lojas físicas acessíveis; para exercer plenamente a cidadania.

Ao final da cerimônia, o vice-presidente da Anatel, Alexandre Freire, destacou que o propósito da premiação é promover a transformação do setor de telecomunicações. “Não se trata apenas de cumprir normas, mas sobretudo de promover, nas prestadoras, uma cultura organizacional comprometida com a inclusão”, afirmou.

Na ocasião, Freire informou que o Regulamento Geral de Acessibilidade (RGA) em Telecomunicações, que completa 10 anos em 2026, está passando por reformulação. O novo documento deverá incluir populações vulneráveis, como idosos, indígenas, pessoas pretas e pardas, mulheres e populações de baixa renda — grupos que, segundo ele, ainda enfrentam barreiras significativas no acesso ao ambiente digital.

Texto: ASCOM | Ministério das Comunicações • Mais informações: [email protected] | (61) 2027.6086 ou (61) 2027.6628

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Fonte: Ministério das Comunicações

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